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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cuidados com os cães em dias muito quentes











Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes. 

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.
 
Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio. Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:
 
1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.

6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.

8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.

10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.

11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.

Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Latidos sem exageros

Um cão que late em demasia se transforma rapidamente num grande incomodo para você e para seus vizinhos. Aqui se está falando do latido crônico, que pode ser controlado por adestramento. Pois algumas raças latem mais do que as outras. Se você é especialmente sensível a ruídos, o melhor é optar por uma raça mais silenciosa, como o golden retriever, o akita e o rottweiler, que raramente latem, e não um beagle, barulhento por natureza.

O latido em excesso prejudica não apenas a paz dos humanos. É nocivo para o próprio cão. Quanto mais ele late, mais ansioso fica e mais furiosamente vai latir. Tal comportamento provoca um estresse tão acentuado, que o cão pode ter problemas em seu sistema imunológico e vir até mesmo a desenvolver úlceras.

Um comportamento só pode ser modificado se as suas causas forem conhecidas e eliminadas. Mas antes de identificar os motivos que levam o cão a latir em demasia, é preciso verificar se o cão está sadio, bem alimentado e se sai para passear pelo menos três vezes por semana. Os cães necessitam de companhia para se manter saudáveis. Se ficarem afastados do convívio familiar, abandonados no fundo do quintal, certamente desenvolverão comportamentos indesejáveis - como o latir em demasia.

O isolamento pode ser a causa dos latidos, assim como o medo, desconforto (fome, sede, etc.), instinto de proteção (territorial, da ninhada, etc.), provocação ou desejo de chamar a atenção. Muita gente, sem perceber, estimula o cão a latir e ainda o recompensa. Se toda vez que o cão late você corre para acariciá-lo ou dá biscoito para acalmá-lo, está justamente reforçando o problema. O melhor a fazer é ignorar o cão toda vez que ele latir para pedir algo. E, se quando você for lhe dar algo ele latir, volte a ignorá-lo. O fracasso (do cachorro que não recebeu o que esperava) é uma eficiente punição. Famílias que costumam falar muito alto ou berram incetivam os animais a latir, pois eles aprendem por imitação.

Se você eliminou o motivo que leva o cão a latir excessivamente e não obteve resultado, é hora de puni-lo. Isso significa que o cão não deve associar a punição à sua presença, pois, quando você não estiver em casa, ele volará a latir em excesso.

Lembre que o seu cão pode e deve ser recompensado quando ficar em silêncio. Faça um carinho, dê biscoito ou aumente a atenção quando ele não estiver latindo. Se o seu cão costuma latir quando escuta a campainha, peça para alguém tocá-la algumas vezes. Quando o cão ouvi-la e não latir, é chegada a hora da recompensa. Aos poucos, ele se acostumará e aprenderá a ficar em silêncio quando a campainha tocar.

Jogar água ou algo que assuste o cão (desde que ele não o veja) são eficientes formas de punição despersonalizada. Bater ou dar broncas no bicho não são atitudes recomendáveis.

As coleiras antilatidos, ainda raras no Brasil, costumam dar bom resultado. Toda vez que o cão late, a coleira libera alguma coisa (água, essência de citronela, vibrações) que vai lhe causar algum desconforto.

Os latidos devem ser controlados, mas não eliminados. Lembre-se: você ficará agradecido se o seu cão latir quando a casa estiver sendo invadida por um estranho ou em razão de um vazamento de gás.

Familiarize seu cão a determinados sons que possam levá-lo a latir (vozes de pessoas, ruídos de chaves). Mas não deixe de recompensá-lo se ele tiver bom comportamento e se mantiver em silêncio.

Alexandre Rossi.

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A Mouragro Comércio de Produtos Agropecuários Ltda., em 1978, ingressou no mercado veterinário na forma de representação, tendo o Laboratório Hertape como seu negócio pioneiro. A partir de 1984, iniciamos nossa atividade de distribuição nas regiões do estado do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e parte do estado de Minas Gerais. Desde então, buscamos de forma contínua oferecer ao mercado veterinário uma estrutura organizacional de qualidade.