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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Família Mouragro!
 
Apresentação da Copa Mouragro. 

Whippet é a raça mais cara para se criar.

A exemplo do American Kennel Club, que divulgou recentemente as raças mais queridas dos Estados Unidos, a seguradora britânica Pet Insurance apresentou uma lista dos cachorros mais caros para se criar, de acordo com o jornalThe Sun.

Elegante, adorável e rápido, um cãozinho da raça Whippet pode acabar levando o seu dono à falência. Segundo a pesquisa da seguradora, a despesa por ano com o animal é de 4,6 mil libras, o equivalente a mais de 12 mil reais. Em segundo lugar estão os cães da raça Basset, que exigem gastos de 4,4 mil libras (11 mil reais) por ano.

Tanto dinheiro destinado aos melhores amigos do homem tem uma explicação simples para Nikki Sellers, diretor da Pet Insurance. “Hoje, os animais de estimação são tratados como membros da família”. E apesar dos gastos, 82% dos donos entrevistados admitiram não viver sem seu amado bichinho, alegando que os cachorros são seus melhores amigos.

O tablóide divulgou ainda que os donos disseram que a coisa mais irritante em possuir um cachorro não são as despesas, mas o cheiro dos animais, além dos pelos espalhados pela casa e o os inconvenientes de sair de férias e não poder levar os bichinhos.

Confira o top 10 das raças mais caras:

1.Whippet
2.Basset Hound
3.Beagle
4.Chihuahua
5.Dálmata
6.Dachshund
7.Poodle
8.Pug
9.Doberman
10.Jack Russell



Fonte: Pet Mag

terça-feira, 29 de junho de 2010

Gestão de Mudanças - dias 12 e 13 de Junho de 2010

Aconteceu nos dias 12 e 13 de Junho de 2010, a Reunião (evento) que teve como tema: 
" Gestão de Mudanças". Promovido pela Mouragro Com. Prod. Agropeuários, visando promover a interação e motivação de seus funcionários, além de ter como foco principal a inspiração á mudanças no que diz respeito á Comportamento, Comunicação e Trabalho de equipe .

Atividades dinamicas, palestras e vídeos foram que foram exibidos(foto baixo), fizeram parte dessa reunião que foi bem vista pelos funcionários como ferramenta de de melhoria no ambiente de trabalho.

clique no Título desta postagem ou neste link para ver o Album completo. no Flickr!Link Album Reunião 12 e 13 de Junho de 2010.

 
Esdras Knight

Lei exige contraprova na leishmaniose


Matéria da Semana

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (AL) aprovou projeto de lei que obriga a realização de exame de contraprova em animais suspeitos de leishmaniose. A proposta de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PV-Campinas), que normatiza o controle da doença na forma visceral canina, segue agora para sanção ou veto do governador paulista Alberto Goldman (PSDB).

Se confirmada pelo Palácio dos Bandeirantes, a lei vai estabelecer que para a eutanásia em cães suspeitos de leishmaniose no Estado de São Paulo será obrigatória a realização de, pelo menos, dois exames para confirmar a presença do parasita que transmite a doença no animal.

Um exame apontado pelo texto legal é o sorológico, além do parasitológico ou sorológico com antígeno recombinante. “Os exames realizados pelas prefeituras com o kit enviado pelos governos têm chegado a um índice alarmante de
48% de falso positivo. Por isso, a importância do exame de contraprova”, defende o parlamentar.

Conforme o projeto, o primeiro exame terá de ser o sorológico de antígenos totais. Os animais, cujo resultado deste exame resultar positivo, serão considerados suspeitos da doença. Mas a confirmação dependerá da realização de um segundo exame comprobatório.

O projeto de lei ainda elenca os tipos de exames aceitos para a confirmação da leishmaniose. Entre eles estão o parasitológico, cujo método de pesquisa identifica a presença direta do parasita ou de algum de seus componentes, e o sorológico de antígenos totais, exames que informam a presença de anticorpos contra o parasito, como o RIFI (Reação de Imunofluorescência Indireta) e ELISA (Ensaio Imunoenzimático). A lei ainda trata do exame sorológico recombinante, que detecta anticorpos contra proteínas específicas do parasito e utiliza como antígeno proteínas recombinantes. Segundo o autor, estes testes minimizam a ocorrência de reações cruzadas com outras enfermidades e com a forma cutânea da leishmaniose.

Os exames realizados com o intuito de investigação ou inquérito epidemiológico, feitos pelos órgãos de zoonoses, canis públicos, unidades de saúde e estabelecimentos oficiais do Estado, só poderão ser usados como levantamento epidemiológico e não como diagnóstico ou critério para eutanásia de animais.

“A obrigatoriedade da contraprova tem o objetivo de diminuir a angústia e o sofrimento da população que, em muitos casos, tem o seu animal, considerado membro da família, morto indevidamente”, comenta Feliciano. A lei estabelece que a eutanásia nos animais é autorizada para os casos que apresentem comprovações cumulativas e sem possibilidade de tratamento da doença.

O projeto ainda tenta dificultar a eutanásia ao estabelecer que o proprietário deve assinar termo de consentimento livre e esclarecido, formulado pelo Centro de Controle de Zoonoses
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Legalidade e aplicação

Na avaliação do chefe do Centro de Zoonoses de Bauru, o médico veterinário José Rodrigues Gonçalves Neto, a proposta terá de ser avaliada pelo governo do Estado quanto a sua legalidade e, em outra esfera, quanto a sua aplicabilidade.

“É importante ressaltar que Bauru segue a normatização padrão definida pelo Ministério da Saúde para todo o País para os casos de leishmaniose. A lei em âmbito estadual terá de ser avaliada primeiro em sua questão jurídica, já que trata de norma para uma unidade autônoma da federação (São Paulo). Após a avaliação da legalidade, pelo governo do Estado, resta verificar sua aplicação”, comenta Neto.

A exigência de dois exames para a contraprova nos casos suspeitos de leishmaniose é considerada um dificultador. “É complicado aplicar essas regras. Além da lei sobrepor à padronização federal há, na prática, uma série de fatores de cumprimento de procedimentos para realizar os exames sugeridos. O exame parasitológico por exemplo é muito bom quando dá positivo, mas é complicado quando é negativo. É uma questão de natureza médica, de especialidade, cujas questões terão de ser abordadas”, acrescenta o veterinário.

Outro ingrediente a ser avaliado, aponta Neto, é a funcionalidade das exigências previstas na lei estadual aprovada na última quarta-feira pela Assembleia e, depois, a estrutura a ser garantida para sua aplicação. “Se o projeto for sancionado, os municípios terão de avaliar a capacidade de aplicação, rever a estrutura e analisar a funcionalidade desses mecanismos. É bom ressaltar que não há nenhum prazer nos profissionais do setor em praticar a eutanásia em cães com o sintoma clássico da doença. Vamos esperar a posição do governo do Estado”, finaliza.

Atualmente, a norma padrão exigida pelo Ministério da Saúde não aponta contraprova para eutanásia em cachorros com a doença.

Fonte: JCNET

Evento Scalibor - No Parcao da Lagoa

Rio de Janeiro recebe informações sobre prevenção a leishmaniose
Ação aconteceu no dia 13 de junho, no Parcão da Lagoa, das 10h as 13h.

 

No último dia 13 de junho, a população do Rio de Janeiro receberam informações sobre a importância da prevenção a leishmaniose visceral, doença de grande importância para a saude publica por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Das 10h as 13h, Medicos Veterinarios da Intervet/Schering-Plough Animal Health estiveram no Parcão da Lagoa para oferecer informações sobre a doença, metodos de prevenção, sintomas e diagnostico, tanto em cães quanto em humanos. A ação foi uma parceria com o grupo de lojas Patas e Penas e Bicho Bacana, organizadores do evento.A leishmaniose é transmitida, principalmente, através da picada de um mosquito conhecido popularmente como “mosquito palha”. O cão tem um importante papel na manutenção da doença no ambiente urbano visto que pode permanecer sem sintomas mesmo estando doente.  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% das ocorrências. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90%dos casos acontecem no Brasil, onde, em média, 3.500 pessoas são infectadas e o número de óbitos é de aproximadamente 200, anualmente.

Segundo o gerente técnico da Intervet/Schering-Plough, Andrei Nascimento, apesar de classificada como doença de caráter rural, a boa adaptação do mosquito transmissor à vida urbana têm permitido a rápida expansão da doença no Brasil. “Em 2007, 24 Unidades Federadas notificaram casos e, até a década de 90, a região Nordeste correspondeu a 90% dos casos de leishmaniose visceral do país. Porém, a doença vem se expandindo para outras regiões, modificando esta situação. Os desmatamentos, processos migratórios e o crescimento desordenado também contribuem para essa expansão e alteração do perfil epidemiológico da doença”, ressalta Nascimento.

E finaliza: “Pesquisadores estimam que nas áreas endêmicas, para cada humano doente, existam 200 cães infectados”.

Perfil da Intervet/Schering-Plough Animal Health - A Intervet/Schering-Plough Animal Health, com sede em Boxmeer, Holanda, tem seu foco em pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos
para a saúde animal. A empresa oferece aos clientes um dos portfólios mais amplos e inovadores em Saúde Animal, abrangendo produtos de apoio ao desempenho e prevenção, tratamento e controle de doenças em todas as principais espécies de animais na pecuária e animais de companhia. A Intervet/Schering-Plough Animal Health é uma unidade de negócios de propriedade integral da Merck & Co., Inc., com sede em Whitehouse Station NJ, USA. [ www.intervet.com | www.merck.com] 

 [Ação de prevenção à leishmaniose aconteceu no dia 13 de Junho no Parcão da Lagoa, Rio de Janeiro. Gratuito. Realização: grupo de lojas Patas e Penas e Bicho Bacana.]

terça-feira, 15 de junho de 2010

Evento Scalibor

Participamos do evento no Parcao da Lagoa no dia 13 de junho de 2010.
Apesar do tempo esta um pouco ruim o evento foi um sucesso, era uma festa junina para os cães organizada pelo grupo de lojas Patas e Penas e Bicho Bacana.
Com a participação de 4 promotoras para abordar os proprietários de cães para falar da Leishmaniose e da prevenção com a Coleita Scalibor. E também colocamos um cachorrinho para entregar bolas de gás ( bexiga ) para as crianças. Foi um sucesso!!
A Simone Coordenadora da Intervet Schering, gravou um vídeo e tirou várias fotos.
Estava lá presente o jornal do brasil fazendo a cobertura do evento.



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Leopoldina, Minas Gerais, Brazil
A Mouragro Comércio de Produtos Agropecuários Ltda., em 1978, ingressou no mercado veterinário na forma de representação, tendo o Laboratório Hertape como seu negócio pioneiro. A partir de 1984, iniciamos nossa atividade de distribuição nas regiões do estado do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e parte do estado de Minas Gerais. Desde então, buscamos de forma contínua oferecer ao mercado veterinário uma estrutura organizacional de qualidade.